quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Diversidade no âmbito escolar



Sendo parte de um vasto contexto social, a escola lida com diferentes realidades as quais estão sujeitas a comparações, desigualdades e preconceitos, e com isso tem-se o reflexo diretamente na sociedade. Deste modo, temos que a educação se constitui em um processo que modificam a existência e o comportamento individual de cada pessoa, e sendo com isso um instrumento essencial na construção de uma melhor sociedade.
Em sua constituição, a sociedade brasileira tem uma diversidade étnica e cultural que se manifesta no âmbito educacional. Temos assim, fatores que interferem no processo educacional que podem apresentar divergências de condutas que gerem ações negativas na forma de pensar, agir ou fazer juízo desfavorável sobre determinado assunto que comprometa o bem estar de outras pessoas, resultando desrespeito, discriminação e preconceito.
Nossa sociedade é marcada por considerável preconceito existente, onde tudo que se foge do considerado “normal” é considerado errado. Isso fica claro quando se trata das categorias que envolvem raça, gênero, classe social, religião e opção sexual dentre outras. Assim, a escola deve assumir um papel ativo no combate a esses preconceitos, e com isso, cumprindo seu oficio de formar cidadãos autônomos e conscientes de seus direitos e deveres.
Para isso, fica claro da importância da instituição possui profissionais qualificados que possam abordar esses temas em sala de aula, a fim de mostrar em que condições que propiciaram para o desenvolvimento do preconceito e discriminação no decorrer da história, e assim, minimizar estes ideais primários que levam sofrimento e humilhação as pessoas destas categorias.
E notável em sala de aula o professor se deparar com situações que alunos são excluídos dos demais e constrangidos pelos colegas por serem diferentes, sejam motivos quaisquer, essa situação deve ter a interferência do educador e caso necessário, busque auxílio para que esses problemas sejam erradicados do meio escolar.
Assim, fica-se claro da importância dos professores em sala de aula, pois o centro da aprendizagem gira em torno do educador, seja na aprendizagem das ciências como também na formação do cidadão. Deste modo, o corpo escolar é fundamental na consolidação das práticas que dizem não a qualquer forma de preconceito, pois é a partir dela que os alunos se abre a aprender coisas novas, e assim, a aprender a conviver e tolerar aquilo que é diferente dele.


domingo, 16 de fevereiro de 2014

A Escola e a Pluralidade Cultural





O modelo de inclusão escolar tem surgido em decorrência de insatisfações relacionadas ao tradicional modelo, baseada em noções socioconstrutivistas aos quais amparam os alunos de forma a corresponder suas necessidades educativas e o seu direito de participação na sociedade, usufruindo de seus direitos e deveres como membro legítimo e ativo no interior de sua comunidade. Assim, a educação para a diversidade é tida como um fator essencial a garantir a inclusão promovendo a igualdade e oportunidade, afrontando preconceitos, discriminação, violência, e em assuntos que se refere a gênero, étnico-racial e sexualidade.
Existem diferentes tipos de cultura e o seu conceito sempre esta em desenvolvimento, pois à medida que os antropólogos realizam suas pesquisas tem-se um aprimoramento da atual definição. Fato é, que cada cultura tem suas características próprias, ela é algo que está ligado de forma inseparável ao ser, pois à medida que nos relacionamos e interagimos uns com os outros surge à aprendizagem de uma cultura, com isso não existe sociedade sem uma determinada cultura.
Considerada como um mecanismo de transmissão e reprodução do conhecimento, a Educação tem um importante papel na formação científica e moral do indivíduo. Assim, sem fazer distinção a escola tem como dever acolher crianças e jovens/adultos que se interesse em se ingressar no ensino. E, com isso, a escola recebe pessoas de diferente faixa etária e também em termos de gênero, cor, religião, classe social, deficiente físico e mental, e assim, temos que cada uma dessas pessoas pode apresentar uma cultura diferente e diante disso cabe a instituição respeitar e zelar para que esses educandos tenham seus direitos garantidos e que não haja discriminação.
Neste sentido, tem-se a necessidade que a instituição busque a capacitação de seus profissionais para que possam saber lidar nas variadas situações que se possa ter em sala de aula. Para isso, existem diversos cursos de capacitação para educadores que são desenvolvidos pelo Ministério da Educação (MEC) e pelas Secretarias de Educação. Então, cabe aos educadores participarem destes projetos que lhes são oferecidos e procurarem informações sobre assuntos que lhes apresente alguma dificuldade.

 Desta forma, a inclusão se trata de respeitar as diferenças e, o professor, deve estar apto para atender a diversidade na sala de aula, oferecendo as condições cabíveis para que haja de fato uma aprendizagem de qualidade, criando oportunidades para os alunos não se sintam excluídos, e sim, como uma pessoa que faça parte do contexto social de maneira ativa.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Educação e Diversidades

Maria, Maria

Milton Nascimento


Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta 
Uma mulher que merece 
Viver e amar 
Como outra qualquer 
Do planeta
Maria, Maria 
É o som, é a cor, é o suor 
É a dose mais forte e lenta 
De uma gente que ri 
Quando deve chorar 
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força 
É preciso ter raça 
É preciso ter gana sempre 
Quem traz no corpo a marca 
Maria, Maria 
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha 
É preciso ter graça 
É preciso ter sonho sempre 
Quem traz na pele essa marca 
Possui a estranha mania 
De ter fé na vida
Mas é preciso ter força 
É preciso ter raça 
É preciso ter gana sempre 
Quem traz no corpo a marca 
Maria, Maria 
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha 
É preciso ter graça 
É preciso ter sonho sempre 
Quem traz na pele essa marca 
Possui a estranha mania 
De ter fé na vida

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei! 
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!! 
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê 
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê 
Hei! Hei! Hei! 
Hei! Ah! Hei! 
Ah! Hei! Ah! Hei! 
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!

Mas é preciso ter força 
É preciso ter raça 
É preciso ter gana sempre 
Quem traz no corpo a marca 
Maria, Maria 
Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha 
É preciso ter graça 
É preciso ter sonho, sempre 
Quem traz na pele essa marca 
Possui a estranha mania 
De ter fé na vida

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!! 
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê 
Hei! Hei! Hei!Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei!Ah! Hei! 
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei! 
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!

Composição: Fernando Brant / Milton Nascimento Legendado por guta_silva
Retirado do site: http://letras.mus.br/milton-nascimento/47431


Vida Maria



disponível em <http://www.youtube.com/watch?v=OUYkei8cI6I>



Sinopse:


Na janela de sua humilde casa, a pequena menina caprichosamente e com muito esforço vai desenhando as primeiras letras até se formar seu nome, Maria José. Logo ela é interrompida por sua mãe (aparentemente viúva) que a repreende e a manda ir fazer afazeres domésticos. Os anos se passam e Maria José já se tornou mulher cansando com Antônio, logo fica grávida, e a imagem se repete, e de novo, um filho, dois, três, quatro e sua vida simples e sofrida vai seguindo em frente daquela menina que se tornou mulher. Maria José já esta com idade avançada e se depara com uma cena conhecida, vê sua filha mais nova junto a janela com um lápis e um caderno nas mãos, tentando dar sentido as letras que vão se juntando e formando seu nome Maria de Lurdes, logo Maria José repreende a filha e a manda procurar o que fazer, a parar de perder tempo desenhando nomes e cuidar da casa, e assim se encerra uma triste história de uma “Vida Maria”.

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Peço aos leitores do meu blog que por gentileza expressem suas opiniões a cerca do tema, ao mesmo tempo agradeço sua visita.